sábado, 21 de julho de 2012

Falsidade? as vezes não é o que pensamos..

Quando acho que já sei, percebo que nada sei... como eu devo agir? O que devo falar? São conselhos que eu recebi a vida inteira, mas parece que nunca colocamos em prática o que nos dizem né. É difícil sobreviver a tanta falsidade, mas e quando descobrimos que a falsidade está em nós mesmos? As vezes satisfazemos a vontade de tantas pessoas, queremos agradar a todos, cantar o que eles querem, falar o que eles desejam ouvir, comer o que eles preferem... desejamos ser agradável, mas ser agradável a todo momento não significa ser falso lá dentro de você? Falsidade muita das vezes não significa, abraçar e depois falar mal do outro, geralmente é você rir, enquanto seu coração quer chorar. É você oferecer um ombro amigo, para aquele seu inimigo, quem seu coração não suporta nem ver. As vezes somos tão falso conosco mesmo, que deixamos transparecer em nosso olhar. Chega de hipocrisia, viva e sinta conforme VOCÊ quer, não se influencie. Uma coisa que eu sei que aprendi, é que quem muito fala geralmente cai em contradição, palavra geralmente é vã mas o olhar é sincero. “As palavras estão cheias de falsidade ou de arte; o olhar é a linguagem do coração” Shakespeare disse isso e nunca mais esqueci, a primeira vez que vi essa frase foi em 2006, numa aula de filosofia. Vamos ser verdadeiros primeiramente com nós mesmo. O nosso coração precisa da nossa mente tanto anatomicamente, quanto fisicamente. Chega de falsidade, chega de risos forçados, abraços com “garra”. Deus habita em nós, e precisamos fazer brilhar sua luz em nossas vidas. Mas ele habita em verdade!

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