terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ao encontro de seus braços...

Se perguntar-me o que eu sinto, certamente não responderei. Meus sentimentos não são difundidos desse mundo, está além... além dos meus pensamentos, além de desejos, além de prazeres comuns. Ainda não sei denominá-los. Seria ainda cedo para isso? Não penso que é assim. Mas para que explicação para os feitos do coração? Ele tem sua linguagem, ele sabe o que eu sinto. Desejo, desejar você por pelo menos mais 367326789 horas de folego, ou de ins/expiração. Não procura além da onde eu não possa te encontrar. Se pudesse, me transportaria nesse exato momento, ao encontro de seus braços. Sentir seu abraço, se tornou desejo vital. E se perguntar-me mais uma vez o que sinto, agora responderei: - olhe dentro do meu olhar e conheceras o motivo de tamanho sorriso. E se ainda sim, se perguntar, qual o nome do meu sentimento, responderei: -Felicidade! Porque amor, todos esperam, todos dizem, todos inventam. Mas felicidade não da pra fingir, não da pra inventar. Ser feliz é vintage. E felicidade tem motivo, e me orgulho do meu ser você.

Ao encontro de seus braços...

Se perguntar-me o que eu sinto, certamente não responderei. Meus sentimentos não são difundidos desse mundo, está além... além dos meus pensamentos, além de desejos, além de prazeres comuns. Ainda não sei denominá-los. Seria ainda cedo para isso? Não penso que é assim. Mas para que explicação para os feitos do coração? Ele tem sua linguagem, ele sabe o que eu sinto. Desejo, desejar você por pelo menos mais 367326789 horas de folego, ou de ins/expiração. Não procura além da onde eu não possa te encontrar. Se pudesse, me transportaria nesse exato momento, ao encontro de seus braços. Sentir seu abraço, se tornou desejo vital. E se perguntar-me mais uma vez o que sinto, agora responderei: - olhe dentro do meu olhar e conheceras o motivo de tamanho sorriso. E se ainda sim, se perguntar, qual o nome do meu sentimento, responderei: -Felicidade! Porque amor, todos esperam, todos dizem, todos inventam. Mas felicidade não da pra fingir, não da pra inventar. Ser feliz é vintage. E felicidade tem motivo, e me orgulho do meu ser você.

Ao encontro de seus braços...

Se perguntar-me o que eu sinto, certamente não responderei. Meus sentimentos não são difundidos desse mundo, está além... além dos meus pensamentos, além de desejos, além de prazeres comuns. Ainda não sei denominá-los. Seria ainda cedo para isso? Não penso que é assim. Mas para que explicação para os feitos do coração? Ele tem sua linguagem, ele sabe o que eu sinto. Desejo, desejar você por pelo menos mais 367326789 horas de folego, ou de ins/expiração. Não procura além da onde eu não possa te encontrar. Se pudesse, me transportaria nesse exato momento, ao encontro de seus braços. Sentir seu abraço, se tornou desejo vital. E se perguntar-me mais uma vez o que sinto, agora responderei: - olhe dentro do meu olhar e conheceras o motivo de tamanho sorriso. E se ainda sim, se perguntar, qual o nome do meu sentimento, responderei: -Felicidade! Porque amor, todos esperam, todos dizem, todos inventam. Mas felicidade não da pra fingir, não da pra inventar. Ser feliz é vintage. E felicidade tem motivo, e me orgulho do meu ser você.

Confie no seu amor, ele é seu e não dos outros.

Geralmente conselho é bom, porque é de graça. Mas nunca mais penso assim... Tudo que você tiver vontade, FAÇA! Não ouça ninguém, a única verdade da vida vem do seu próprio coração. Esqueça aquilo de "machismo" ou aquelas regrinhas básicas feministas que foi colocado, tipo que, forçado, dentro da nossa mente desde que nos conhecemos por gente. E toda vez que nos apaixonamos a primeira coisa que surge como um pensamento é - "Nunca corra atrás dele" não é assim?! Mas idealize essa paixão como felicidade, então se for colocar as regrinhas de bons costumes feministas em prática, você vai deixar a felicidade ir embora, pelo simples fato de uma regra imposta a uns 524631167 anos atrás e repassado de geração em geração, certo?! Mas será que essa feminista se apaixonou? Viveu loucamente uma paixão? Será que ela teve a felicidade como algo primordial? Não sei a resposta. Só sei que mais uma vez, ouvir as outras pessoas não é a melhor solução. Por em pratica essas "regrinhas" muito menos. É preciso confrontar-se, é preciso sabe refinar seus sentimentos. Não há nada mais decepcionante do viver a vida que os outros propuseram. A vida é regida por nossas próprias escolhas, mas nada mais frustrante do que sofrer as consequências de escolhas que nem foram nossas. Só você sabe o que pode te fazer feliz e você é o unico que pode correr atrás disso. Não se influencie com palavras soltas alheias. Confie em você, no seu coração, no seu amor.

Saia da zona de conforto.

Somos submetidos a todo momento, a diversos sentimentos diferentes. Como um virus espalhado no ar, que podemos nos contaminar seja ela altamente destrutivo, ou levemente corrosivo. A escolha é nossa, cabe a nós ficar em casa e não correr o risco de uma infecção ou sair da nossa zona de conforto, nos arriscando a sofrer as consequências. Só temos 2 opções, ir atrás da felicidade ou ir atrás da felicidade. Mas se quer fazer a coisa certa, se sujeitando ao descontentamento alheio, o mais coerente é você ficar sentado a espera. E a espera para os acomadados, vem a passo de tartaruga. Eu prefiro ser do time dos que não tem medo de buscar a felicidade. Prefiro errar, reconhecer meu erro mas no final, encostar a cabeça no meu travesseiro e saber que tirei os pés do chão, que fiz algo que valeria a pena. O amor é um virus, e você não pode ter medo de se contaminar. Correria todos e quaisquer risco pra ter você aqui. Mas como qualquer doença, ela se limita a 2 pessoas e assim, cabe só a elas saber o que se está sentindo. Ninguém conhece seus sentimentos a não ser você mesmo. E ai, se arriscaria? Correria o risco de ser infectado por um virus letal? Correria o risco de ir atrás da sua felicidade? SAIA DA ZONA DE CONFORTO!